Diuréticos
Os diuréticos são considerados como um potente farmacológico além de muito perigoso, podendo ocasionar o óbito por uso inadequado do produto.
Apesar de estar em uso por atletas no mundo do culturismo, conserve-se distante dessa substância pelo alto risco que envolve.
Os diuréticos trabalham estimulando os rins.
A função dos rins é filtrar o sangue, eliminando os restos procedentes da ação metabólica.
Além disso, os rins permitem ao corpo reabsorver substâncias bioquímicas vitais como minerais aminoácidos e água.
A unidade de secreção nos rins é designada de nefron.
Cada rim tem um milhão de nefrons.
Os nefrons consistem de uma cápsula renal e um tubo renal.
No tubo renal, água eletrólitos tais como sódio e potássio, glicose e aminoácidos são absorvidos pelo sangue.
Este também é o local de ação dos diuréticos nos rins.
A maior parte dos diuréticos funciona através do bloqueio da absorção de eletrólitos.
Já que os eletrólitos, em certa concentração se ligam à molécula de água, quando estes são eliminados do corpo, a água vinculada a estes também é eliminada.
Como efeitos colaterais podemos citar a tontura, dor de cabeça, palpitação e severa cãibra muscular.
O músculo possui um balanço eletrolítico, sendo que as células musculares dependem do balanço do sódio e do potássio.
Quando ocorre a ingestão de diuréticos, este balanço pode ser prejudicado, ocasionando cãibras musculares.
Para solucionar o problema, alguns atletas administram quantidades extras de potássio, mas por vezes esta “solução” pode agravar o problema, especialmente se o diurético já contém potássio.
Sendo o coração um músculo, cãibras severas podem afeta-lo.
Fonte: Livro Anabolismo Total Phorte Editora – LTDA “As informações e sugestões contidas nesse site têm caráter meramente informativo, e não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e profissionais de educação física.
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